terça-feira, 21 de outubro de 2008

AVISO À NAVEGAÇÃO

Em resposta a insinuações e a afirmações declaradamente falsas e inquinadas, que pretendem colar a manifestação de 15 de Novembro a uma estratégia concertada com o Ministério da Educação e que a acusam de querer semear a divisão entre professores, convém recordar alguns factos elementares:
1.º - A manifestação de 15 de Novembro foi convocada antes de os sindicatos terem convocada a manifestação para uma semana antes. Repetimos: antes.
2.º - A manifestação de 15 de Novembro foi anunciada como estando aberta à participação de todos aqueles que se identificam com a causa dos professores e da defesa da escola pública. Repetimos: todos. E, no nosso dicionário, "todos" significa quaisquer movimentos que a ela queiram aderir e quaisquer organizações sindicais.
3.º - Se, neste momento, há quem esteja a apelar a que seja desconvocada a manifestação de 15 de Novembro para que haja uma única manifestação, a do dia 8 de Novembro definido pelos sindicatos, então nós devolvemos o argumento e apelamos às organizações sindicais para que desconvoquem a manifestação de 8 e se juntem à manifestação de 15. Esta última emergiu da vontade autónoma de professores formal e informalmente organizados. Seria uma oportunidade para os sindicatos mostrarem que estão do lado de iniciativas genuínas que partem da classe docente. Insistimos: a manifestação do dia 15 de Novembro não foi marcada para excluir seja quem for (à excepção, claro está, dos responsáveis pelas políticas ministeriais!).
4.º - Não é lançando insinuações sobre quem teve a ideia de concretizar a manifestação do dia 15, sugerindo ligações perversas à 5 de Outubro, que se desanuvia o ambiente e se criam condições para um diálogo franco e aberto entre os movimentos independentes de professores e os sindicatos. Os sindicatos têm de perceber o novo fenómeno que esses movimentos representam, e devem abandonar uma posição de hostilidade sistemática que em nada contribui para uma abordagem inteligente dessa novidade. Os movimentos de professores estão para ficar e os sindicatos devem contar com eles.

32 comentários:

Anónimo disse...

É necessário sermos firmes e manter a unidade.

Jorge disse...

Compreendo que queiram manter esta manifestação. A verdade, porém, é que ela para pouco mais serve do que para desunir a classe. E digo-o sem receio, pois não sou sindicalista nem sindicalizado. Não devia importar quem convocou primeiro, devia apenas importar o objectivo que presidiu à sua convocação. E sem os sindicatos isto de pouco vale.
Esse é o jogo que o nosso governo anda a fazer desde que começou o mandato. Descridibilizar as estrutras (todas) as que nos representam. Nós nunca deveríamos colaborar. E é isso que vai acontecer se as duas manifestações se mantiverem. Esqueçam o orgulho e unam-se. Tenham consciência!

Mário Machaqueiro disse...

Caro Jorge,

A preservação da convocatória da manifestação para dia 15 não é, da nossa parte, uma questão de "orgulho". Mesmo que venhamos a integrar a manifestação de 8 - e não pomos essa hipótese de parte - entendemos que há espaço para duas manifestações que obedecem a lógicas distintas e que têm, cada uma, a sua identidade própria. A manifestação de 15 de Novembro não visa apenas a reinvindicação de objectivos de carácter corporativo (contra os quais nada temos, pois achamos que eles devem ser assumidos), mas pretende levar para a rua todos aqueles que contestam as políticas ministeriais na medida em que estas põem em causa a própria essência de um ensino de qualidade e, portanto, o futuro da escola pública em Portugal. Queremos que a sociedade civil entenda que a causa dos professores não diz respeito apenas aos docentes, sendo antes uma causa que tem de ser assumida por todos os cidadãos preocupados com a degradação das condições do ensino em Portugal. E esse é o espaço de afirmação dos movimentos independentes de professores, que podem discordar dos sindicatos em aspectos pontuais, mas que não pretendem substituir-se a eles. Desejam apenas fazer ouvir a sua voz. E isso é inteiramente legítimo numa democracia. Temos de acabar de vez com a ideia da uniformização do espaço público. E temos de pensar para além de todas as tentações hegemónicas.

nmaria disse...

Desta forma não vamos longe...Já há quem insinue que a manif de 15 novembro é de cariz partidário, deixando no ar a "ameaças" veladas (pois se eu encontrar alguém do PCP, PP, Bloco de Esquerda, PS ou PSD por lá... eu e os meus colegas iremso dar conta do nosso desagrado...(comentário que encontrei num outro blog)). Aproveitamento político?? Quero lá saber se é o BE, o PC ou outro qualquer que está por detrás de uma manif que quer defender os meus interesses, os nossos interesses!! Não sei nem quero saber! Gostaria que tivesse sido o meu sindicato, aquele para que eu pago quotas, etc, etc, mas, se não foi, ainda bem que há alguém que se preocupa e avança com alguma coisa de concreto. E se forem os partidos políticos, não fazem mais que a sua obrigação. Não foi para defenderem os interesses da população que foram eleitos? E se por acaso por lá aparecerem representantes dos partidos a prestar solidariedade e apoio (em 8 de março estiveram lá e não vi ninguém incomodado com isso)? Mandamo-los embora? Gritamos que não os queremos lá? Basta estarmos lá nós, que, para além de professores continuamos a existir enquanto indivíduos, para estarem representados os partidos. Ou agora somos todos apartidários?? Continuo a dizer: Vou dia 15. Com ou sem partidos.

Jorge disse...

Já disse e volto a dizer. Compreendo os motivos que invocam, mas a verdade é que duas manifestações convocadas apenas servem para fracturar a classe docente. Independentemente de qualquer outro motivo.
E não acredito que haja espaço para duas manifestações. Até para uma dúvido da mobilização. E essa é a nossa maior derrota.

Anónimo disse...

É necessário sermos firmes e manter a unidade. Dia 15 quem quer ser por nós estará em Lisboa.

Jorge disse...

É precisamente essa conversa que dá cabo de nós. A do «por nós» ou «por eles». Se essa é a ideia de unidade...

Anónimo disse...

Jorge disse...
Já disse e volto a dizer. Compreendo os motivos que invocam, mas a verdade é que duas manifestações convocadas apenas servem para fracturar a classe docente. Independentemente de qualquer outro motivo.

E NÃO FOI ISSO EXACTAMENTE QUE A FENPROF FEZ AO MARCAR UMA SEGUNDA MANIFESTAÇÃO?

Jorge disse...

Eu não estou a defender a atitude da FENPROF. Estou a afirmar o que é óbvio: sem união estamos todos mal. Quero lá saber de associações, movimentos ou outros que tais. E a verdade é que ninguém ganha com estas duas manifestações. Se quiserem passar estas semanas a discutir quem é que agiu mal façam favor, mas o problema que nos une devia estar acima de tudo isso.

Paco disse...

Há algo que Mário Nogueira ainda não parece ter percebido, é que em 8 de Março os professores não estiveram na manifestação porque ele lá estava, mas sim o contrário.
Então, o movimento de professores surgiu espontâneo, fruto do enorme descontentamento devido à destruição das condições de exercício da nossa profissão. Os sindicatos limitaram-se a "enquadrar" um movimento que não partiu deles, emprestando-lhe o apoio logístico que permitiu estarem em Lisboa mais de 100 000 manifestantes. Sem o apoio do "aparelho" sindical esse número não seria possível, mas mesmo assim estariam muitos! Esse foi o medo de quem encara o movimento sindical como "controlador" exclusivo das lutas e reivindicações laborais e esse medo foi o motivo da sua adesão.
Perante o grito unânime de que assim não se podia ser Professor, que fez a plataforma sindical? Assinou um "tratado de paz" com o ME que obriga as escolas a pôr em prática a TOTALIDADE da legislação absurda contra a qual se tinham rebelado, permitindo ao governo embandeirar em arco e utilizar a educação e os agora submissos professores como uma das suas principais bandeiras propagandísticas.
A plataforma justifica-se, afirmando que a aplicação da legislação mostrará que esta não é exequível. Como se fosse necessário atirar toda uma classe para o meio de um incêndio para demonstrar que as chamas queimam!
Agora que, pelos mesmos motivos que no princípio do ano, os professores voltam a dizer que "assim não dá", os sindicatos indignam-se perante a ousadia de movimentações que não foram por eles ordenadas, disparando em todas as direcções, fazendo insinuações que seriam torpes, se não fossem completamente ridículas.
Neste estado de coisas há algo que Mário Nogueira deve ter bem presente, são os sindicatos que existem por vontade dos professores, não é a vontade dos professores que existe por ordem dos sindicatos.

Jorge disse...

Concordo com tudo o que disse Paco, mas isto é indesmentível: neste momento parece mais importante o que nos desune do que o que nos une. E é essa a imagem que passa para opinião pública. E se não é para a conquistar, então nem vale a pena manifestarmo-nos.

e o burro sou eu? disse...

Jorge

E por responsabilidade de quem??!
A haver uma manifestação única essa só poderá ser a de dia 15, até por uma questão de respeito democrático e boa educação!
Os sindicatos devem estar ao lado dos professores e NUNCA contra eles!
Haja decência! Os verdadeiros agentes do ME contra os professores estão a ser os sindicatos com o seu comportamento irresponsável, imaturo e ignóbil. Os professores não são paus mandados das direcções sindicais! Os professores não são carneiros para irem de manif em manif acajadados pela voz do dono! Basta! Já chega! Temos de dar um grande apoio aos movimentos de professores, eles são cada vez mais importantes podendo fazer uma enorme pressão transformadora da realidade actual! Só eles têm as maõs livres do acordo/entendimento assinado pela plataforma com o ME! Só eles podem influenciar decisivamente as batalhas que têm de ser travadas. Os sindicatos estão atados de pés e mãos!

Para a rua e em força, colegas!

TODOS A LISBOA DIA 15 de NOVEMBRO!

Jorge disse...

Preocupem-se em discutir responsabilidades. É esse o caminho.

Anónimo disse...

Sou membro da Apede e também sindicalizada. Compreendo quem defende as duas datas, mas básicamente defendo que se sindicatos e Apede não encontram uma data para uma só manif a coisa não vai correr bem. Se por um lado-como já foi dito- temos que passar para a opinião pública e governo uma ideia de união, por outro duvido que haja muitas pessoas dispostas a ir às duas. E dará para ver o quê? Qual a manif que teve mais participantes? Pessoalmente,e do que tenho ouvido, não estou sózinha, lamentarei profundamente se não se decidirem por uma data única.
Ah, entro como anónima porque pelos vistos tinha que ter senha para me identificar, mas sou a alcinda

Anónimo disse...

Boa noite
Sou professor e apelo-vos para que se entendam juntamente com as outras organizações não sindicais para que seja feita uma ÚNICA manifestação de contestação a este política altamente lesiva da Escola Pública e consequentemente do futuro do nosso país, que está a ser levada a cabo por esta equipa do Ministério da Educação. Ainda hoje na minha escola, por ocasião de uma reunião promovida por uma das organizações sindicais, foi, infelizmente, notória a confusão e desmotivação com esta história das duas manifestações que está a criar divisão entre professores e pior do que isso, desmobilização.
Pergunto-vos, não teremos todos os mesmos interesses? Peço-vos encarecidamente que as diversas organizações que promoveram estas duas manifestações que se entendam numa ÚNICA data.

Ni disse...

Boa noite a todos. Aos sindicalizados, aos não sindicalizados, aos membros da Apede, do Mup, etc,etc...enfim, boa noite gente de todas as cores e feitios e medidas...(onde é que eu já ouvi isto?)
Se alguma dúvida tinha, depois do que por aqui tenho lido, todas se desvaneceram.
Não há dúvida que o governo e o ME conseguiram o que queriam: desunir, quase (já explico este "quase") definitivamente os professores. Tiveram a ajuda inqualificável dos sindicatos, com relevo para a figura de Mário Nogueira, e estão agora a usar inteligentemente, os frutos que semearam com as negociações. E nós, que até nos temos por inteligentes, que nos assumimos reivindicativos, que fizemos bulir as estruturas, em 8 de Março, ficamos, impávidos e serenos a olhar para a desgraça. Como a nêspera de Mário Henrique Leiria nos "Contos do gin.tónic":à espera que o gato nos coma!Impávidos e serenos, é uma forma de expressão, porque, a avaliar pela quantidade de argumentos esgrimidos nos blogs, os profs estão mais activos que nunca. Mas não para aquilo que verdadeiramente interessa: os interesses da classe!
"A Fenprof é que fez...não, foram os movimentos de profs...eles é que devem recuar...não, quem marcou primeiro fomos nós..."...e por aí adiante, assim se vão esgotando as energias (que já são tão poucas), e deixando passar o tempo.Não é hora para este tipo de reacções. Não é tempo de nos atacarmos mutuamente, defendendo posições indefensáveis.
Assumo publicamente que me desgostou profundamente a atitude dos sindicatos; assumo que o momento é de luta e que todos somos poucos. E é isso que é grave: é que neste momento devíamos ser MUITOS! Mas todos com o mesmo propósito e do mesmo lado.
Desta forma, fincando o pé e vomitando raivas, não vamos a lado nenhum. Morremos na praia! E não merecíamos isto. Já enviei este texto para o meu sindicato. Provavelmente vou mandar também o cartão de sócia.
O que eu não devolvo a ninguém, porque é um direito meu, inalienável, é o direito de deixarem passar esta derradeira oportunidade de estarmos todos juntos. O inimigo é o Sócrates e a Milu, não o MUP, a APEDE ou até mesmo os sindicatos. Tréguas, pessoal. E vamos marchar juntos TODOS!

Anónimo disse...

O único movimento de professores que veio para ficar é o movimento em direcção à reforma.
E também o movimento de contratação das cíclicas e dos concurso plurianuais.
O resto é tudo conversa da treta

Anónimo disse...

Já que não conseguem unidade contra o governo tenham ao menos unidade contra os sindicatos!
José Fernandes

Anónimo disse...

@ 03:37

Anônimo disse...
Já que não conseguem unidade contra o governo tenham ao menos unidade contra os sindicatos!
José Fernandes

DIVIDIR PARA REINAR? NUNCA E JAMAIS, CARO AMIGO. NINGYÉM AQUI DEFENDE ESSAS SUAS IDÉIAS.

Todos em Lisboa, dia 15 de Novembro.

Anónimo disse...

Sugiro aos movimentos independentes de professores que convidem alunos, pais e encarregados de educação para se juntarem a nós no dia 15 de Novembro.

Anónimo disse...

Eu gostava de saber o que perdiam enquanto movimento em apelar a uma única manifestação. Parem de insistir na ideia das duas manifestações. É visível o descontentamento que isso está a provocar entre professores.
Estou certo que não foi com este pensamento que nenhuma destas associações foi criada.

Ni disse...

"Já que não conseguem unidade contra o governo tenham ao menos unidade contra os sindicatos!" - Mas que é isto???? Unidade contra os sindicatos?? E isso vai jogar a favor de quem? Valha-me a santa protectora dos professores! Por muito mal que os sindicatos e/ou outros movimentos representativos dos professores trabalhem, eles são isso mesmo: representativos dos professores! Atenção: como já aqui escrevi anteriormente, partilho a ideia de milhares de profs que se manifestam revoltados contra os sindicatos, a sua inércia e mais recentemente a marcação da manif para 8 de Novembro. E continuo a pensar da mesma maneira! mas...união contra os sindicatos?? Mas vocês vive em que país? É isso que o ME e o sôr Xocrates querem: promover a desunião entre profs e ainda mais, virar estes contra os sindicatos. Assim, retirando representatividae aos sindicatos ( e por este andar, às restantes organizações que entretanto se foram criando), deixa de haver forças de pressão contra o ME.
Mais uma vez, repito: não podemos neste momento sobrevalorizar esta "guerrinha" entre organizações. O momento é de luta DE PROFESSORES e não de organizações. Tentar penalizar os sindicatos neste momento, só pode ter um resultado: as manifestacões estão à partida condenadas.
Até aqui a revolta girava em torno das políticas governamentais, da indignação dos profs contra o ME. E agora?? Agressões e mais agressões entre apoiantes da manif de 8 e da manif de 15! Ora bolas. Enquanto nos esgotamos nestas mesquinhices, o ME vai ganhando força, força essa que vai ser politicamente aproveitada(e ainda nos vai enterrar mais) quando se virem os resultados das manifs. Não façam isso a vocês próprios. Não me façam isso a mim. EU não quero estar envolvida nesta luta de organizações! EU quero lutar pela classe. E esta luta só pode ter frutos se formos muitos! Mas mesmo muitos!
Desde o 1º momento apoiei a manif de 15 de novembro. E não me envergonho de dizer que me custa menos engolir o "sapo vivo" de ter que integrar a de 8, se isso garantir mais braços no ar em Lisboa, do que continuar a engolir a prepotência de um (des)governo e de uma sinistra que estão nos seus gabinetes a rir às gargalhadas desta desunião a que estão a assistir e que vai exactamente ao encontro dos seus desígnios.
Não caem os parentes à lama de nenhuma organização se "der o braço a torcer" em favor daqueles que diz querer defender! Então defendam-nos, não promovam a nossa desunião. Acertem as contas com os sindicatos depois...quando houver tempo e for oportuno. Agora, unam-se.
Apelo à Apede, ao Mup e a todas as outras organizações: convoquem uma reunião de emergência com a plataforma sindical; discutam seriamente as vantagens de uma manif conjunta, e mostrem assim, ao governo, que ainda não foi desta que nos calaram. Não me interessa quem marcou antes, quem marcou depois, se houve oportunismo ou não. Interessa-me sim que AINDA É TEMPO! E o tempo é NOSSO!Não quero uma luta de organizações. Quero uma luta pelos meus direitos!Por favor, pensem es nós!!!!!!!!!!!!!

NValente disse...

Acabo de receber um mail de uma amiga, antiga aluna. Tem 28 anos e QUER IR À MANIF CONNOSCO. E não é só ela: muitos jovens de coimbra, por iniciativa desta antiga aluna, estão a organizar-se para nos apoiarem. E se o movimento de solidariedade alastrar pelo país todo? Vamos aproveitar isto!Contactem os vossos antigos alunos. Força, pesoal!
Abraços

Pata Negra disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

É hora de UNIÃO, não de DIVISÂO!
Vamos lutar. dia 8 e dia 15 e deixemo-nos de orgulhos sem nexo que só irão favorecer a tutela!

Anónimo disse...

A verdade é k os movimentos tentaram dividir os profs ao produzirem videos e textos c/ a seguinte frase: " Contra o ME e contra os Sindicatos". Obviamente k perante este quadro jamais os segundos poderiam participar na manif. do dia 15 de Nov. No entanto, todos os docentes, sindicalizados ou não, politizados ou não, pertencentes ou não a movimentos, podem e devem unir-se na manif. de Profs do dia 8 de Nov. pois os sindicatos nunca excluiram professores de uma luta k é de todos os k nas escolas se vêem confrontados c/ aberrações e injustiças, tanto no k respeita a horários, avaliação, concursos e ...tudo o resto! Todos unidos no dia 8 de Novembro!!

Moriae disse...

E onde integram os professores que não pertencem a movimentos organizados e que no fundo foram quem se lembrou e sugeriu esta manifestação?

Desculpem-ma mas importa que respondam a isto ...

agradeço desde já,
M.

Jorge disse...

Numa mesma data comum. Seja ela a 8, a 15, a 22. Não lutamos todos pelo mesmo?
Eu também não pertenço a qualquer movimento organizado. A menos que se considere os que marcharam dia 8 de Março. Aí sim senti pertencer a algo. Não sei se organizado...

Anónimo disse...

Colegas temos de estar UNIDOS contra o monstro deste ECD e deste modelo de avaliaçao. Esta é a nossa ultima oportunidade e nao podemos perde-la.Sindicatos e movimentos entendam-se e porque nao uma manifestaçao a nivel regional/local para dia 8 de Novembro como preparaçao de uma grande manif. NACIONAL para 15 de Novembro. Vamos ser mais de 100 mil...

Anónimo disse...

Desculpem-me, mas parece que alguém não está a perceber (ou se calhar, finge que não percebe) que o descontentamento nas escola e a manif de 15 surgiram porque os sindicatos (quero lá saber se os seus líderes são do PC, do Bloco, do PS ou do PSD)assinaram o entendimento e o governo com essa assinatura ganhou mais legitimidade para avançar com a avaliação do desempenho. As negociações esvaziaram a manif de 8de Março, pois os sindicatos na prática concordaram com a divisão entre titulares e não titulares e com a continuação da avaliaçõ socratiana por mais um ano. Lembram-se de ouvir os sindicatos dizer que ia haver uma avalanche de queixas em tribunal contra o 1º concurso de titulares? onde é que estão elas? agora só falam no novo concurso de titulares, como se o anterior tivesse corrido bem.
Tenham vergonha e deixem os professores protestar livremente e sem cangas.

Jorge disse...

Todos percebemos as razões que justificam a manifestação de dia 15. O que pelos vistos é difícil de perceber é que duas manifestações vão passar uma imagem de desunião, quando o que precisamos é de estar firmes e unidos como no dia 8 de Março. Se assim não for lá estaremos a fazer favores à ministra. É apenas uma questão de bom senso.

Anónimo disse...

A ministra e o governo tiveram medo, muito medo em Fevereiro quando os professores assobiavam os lacaios (eram também professores, mas não tinham vergonha na cara)que se reuniam no Rato ou quando ameaçavam fazê-lo sempre que o governo tomasse outras iniciativas. Perderam o medo quando viram que a malta dos sindicatos, que eles bem conhecem (alguns até são ou foram durante anos dos mesmos partidos e sindicatos) se encarregou de arrebanhar as hostes para a manif de 8 de Março.
Por isso é que se atrevem a fazer sessões de estupidificação com o Magalhães (algum sindicato as contestou) ou a avançar com as acções de formação (ou será de lavagem ao cérebro) com os super-avaliadores. Conheço alguns que até são da FENPROF - será que esta não sabe do papel sinistro desempenhado por alguns dos seus filiados. Em alguma escola, os sindicatos entregaram um pré-aviso de greve contra a avaliação do desempenho, por exemplo, uma greve que permitisse os avaliadores não faserem as fichas ou frequentarem essas acções de avaliação?
E depois ainda se atrevem a atacar quem quer-se manifestar a 15. Há escolas em que os profs até têm medo de dizer que não concordam com os sindicatos, pois sabem que conselhos executivos e avaliadores são adeptos do sr. Mário Nogueira.

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