quinta-feira, 30 de outubro de 2008

COMUNICADO DA APEDE


REUNIÃO DOS MOVIMENTOS DE PROFESSORES COM A FENPROF


A APEDE, o MUP e o PROmova reuniram-se nesta quarta-feira com membros do secretariado nacional da FENPROF. O diálogo decorreu num clima de franqueza e de abertura. Desse encontro deverá sair um comunicado conjunto que será, em breve, divulgado. Foi também criado um compromisso no sentido de se abrir a possibilidade de uma única manifestação em Novembro.

45 comentários:

Anónimo disse...

Para quando o comunicado conjunto?

Anónimo disse...

Ainda bem que, todos, foram capazes de dar expressão ao sentimento dos professores.

Jorge disse...

Ansioso pelo comunicado. Na esperança de que afinal o que importe seja a condição de professor. Já tinha perdido a esperança para ser franco.

Rui Baptista disse...

O que tem feito tremer a ministra da Educação são as desobediências das escolas em levar por diante as avaliações. Com coragem e determinação.

A manifestação do dia 15 dos professores independentes teria a vantagem de mostrar que os problemas do ensino transcendem os sindicatos.

Uma manifestação comjunta será mais um folclore de "irmãos" desavindos que se reconciliam até ao momento das partilhas.

Anónimo disse...

Será que o "acordo" significa que por todo o país os delegados e dirigentes sindicais vão recomendar aos seus filiados que deixem de comparecer (podia ser uma orientação escrita nacional) nas sessões de formação / deformação sobre avaliação que estão a decorrer e a encher os bolsos dos super-avaliadores?
Ou estes vão continuar a chular os seus ex-colegas?

Rui Baptista disse...

No comentário anterior, detectei um erro: onde escrevi "comjunto", deveria ter escrito, obviamente, conjunto.

Anónimo disse...

Um compasso de espera pode ajudar a marcar um golão.

Anónimo disse...

Ainda bem que ouviram a voz da razão.
Importa UNIR para VENCER!

Anónimo disse...

Vá lá resolvam isso.
Os professores até poderiam estar, moralmente, com a a manifestação do dia 15, mas nas escolas do "Portugal profundo" a logistica e a ausência de alguém que queira saltar para a cabeça do touro e organizar, é importante. As pessoas até podem estar, moralmente, com o dia 15, mas fisicamente estão mais voltadas para a ausência ou para o dia 8.
Entendam-se.
Com isso ganharíamos as que estão indecisas em ir dia 8 e dizem que não há condições para tratar da logística para irem dia 15.

cambralenta disse...

Só espero que não seja a questão dos autocarros (transporte) a unir os professores...

Delfim peixoto disse...

PAra quando o comunicado? Ansiosamente esperamos e sonhamos com a União, a bem da Educação e dos Alunos

Marta Bezerra disse...

Colegas, eu detesto os sindicatos, mas neste momento a palavra de ordem deve ser: UNIÃO
Esqueçamos esses parasitas e vamos todos juntos à manifestação,
seja dia oito ou quinze, mas façamos só uma manifestação. Duas só vai provar a desunião que sempre nos caracterizou e que a ministra adora ver. Não lhe demos mais um trunfo, sejamos superiores a tudo.
Vamos todos juntos a Lisboa

Anónimo disse...

Eu e dezenas de colegas com que me tenho cruzado apelamos mais uma vez a UMA SÓ FORTE (GIGANTESCA) manifestação de desagrado por algumas das mais penalizadoras medidas tomadas pelo ME e que vão contra uma escola pública de genuína qualidade. Queremos avaliação, mas não esta pseudo-avaliação. Mais: não queremos concursos para desterrar docentes e fracturar as suas famílias. E isto em nome de quê? O momento é demasiado GRAVE para dispersar esforços. A UNIÃO É também -- e apesar das nossas salutares diferenças -- A NOSSA FORÇA! - João Paulo Maia

Anónimo disse...

Ás vezes é preciso partir para unir. União com esta direcção sindical não é união com a ministra? Quantas vezes mais o PCP e o BE - na Fenprof e no SPGL - vão fazer panelinha com o Governo, enquanto dizem muito mal dele?

setora disse...

É nas escolas que o movimento para enterrar tudo isto está a revelar a sua força.É aí que os professores estão a mostrar que não vão deixar-se trucidar.
A manifestação será a demonstração pública disso mesmo. Mais sindicatos, menos sindicatos, os professores estão a levantar-se contra toda esta loucura que os impede de ser professores. E ninguém travará isto.

Moriae disse...

Tenho más recordações do 8 de Março ... Dia 15 é muito mais são.

Força, APEDE!

henrique santos disse...

O anónimo anterior não será um submarino? É que neste momento o desejo de qualquer professor só pode ser uma grande manifestação em que estejam Todos. Pelos vistos não é nem do PCP nem do BE. Deve ser do PS o que para os professores não foi/é nada recomendável.

Anónimo disse...

Uma única e grande manifestação é o desejo da maioria dos professores. Por outro lado a manter-se a manifestação do dia 15, esta serviria para os sindicatos olharem os professores de outra forma...
Ainda outra questão. Quem nos diz a nós que depois de mais uma mega manifestação, a Fenprof quando negociar com a MLR não tirar um novo entendimento da cartola??

Pensem nisso professores. Quem trai uma vez trai duas ou três!

Prof. Sintra

Ana disse...

Tenho seguido com muita espectativa toda esta situação. Aguardo com ansiedade o comunicado. Na minha escola só há inscrições (e muitas) para o dia 15.

Zé Bento disse...

Que venha esse acordo,nenhuma voz é demais, aliás, caros colegas,os preconceitos em relação ao sindicalismo e afins também ajudou o "monstro" a crescer, por isso,para derrotá-lo, nenhuma força pode ser desperdiçada ou desprezada. Não se esqueçam que quando fomos 24 mil antes do ECD ter sido aprovado, se tivessemos sido 50 mil estou certo que tal teria conduzido a uma reviravolta do processo.

Anónimo disse...

Cada vez mais me convenço que os professores têm o que merecem...

Anónimo disse...

Viva o glorioso movimento dos professores organizados e dirigidos por uma forte e coesa classe operária!!!

Anónimo disse...

Espero que, com isto,os sindicatos não voltem a fazer o mesmo. A 15 irei. Não acredito que, alterando para 8, os sindicatos não digam que estes movimentos desistiram. Tenho verificado alguma arrogância por parte de alguns desses elementos que não me agrada. E ontem,dia 29, já alguns deles diziam que estes movimentos iam alterar a data para 8.

Anónimo disse...

A rejeição dos professores por esta avaliação é imensa, mas um acordo a qualquer preço também não é desejável. Era bom que os movimentos (dos sindicatos já não esperamos transparência, nem lisura de procedimentos) dessem conta à classe dos últimos desenvolvimentos. Para saber se de facto os sindicatos querem a unidade ou se apenas querem números, para depois usarem os professores, como fizeram em Março e Abril.

Anónimo disse...

Quem é o chefe dos movimentos? Não seria bom dizer algo? Como querem negociar com a ministra se para negociar um comunicado já vamos em 24 horas?
Imaginem o Nogueira ou o chefe dos movimentos a secretários de estado...
Agora a sério, marquem lá para o dia 8, todos mandam faladura, criam uma zona para concentração dos movimentos, que desfilam no meio da da manifestação, inequivocamente identificados.
Depois, cada um acerta as contas como entender...

setora disse...

Então que se passa? Não sabem escrever? As coisas são tão pouco claras que é difícil pô-las no papel?
Se assim é renunciem a essas uniões nacionais. É 15 e pronto. E se os sindicatos forem visitar a ministra a 8 que vão e lhes faça bom proveito. Uma espécie de chá da Alice com a rainha de copas!

Anónimo disse...

Para grandes males grandes remédios: uma e uma só grande manif, porque neste país ninguém sabe somar números grandes,passaria a ideia de sermos meia dúzia de gatos pingados que não se entendem, qe é tudo política.

A manif não chega, é preciso resistência nas escolas, greve por tempo indeterminado, se necessário, conquistar pais, alunos e deputados.

A manif é uma gota de água no mto que é falta fazer.

Anónimo disse...

Dos colegas que dinamizam os movimentos esperamos lizura - já chega de lidar com tantos ?!?*#!?+*

Esperamos informações - já tardam. ainda que a coisa corra mal, os anónimos que tem dinamizado os movimentos pelas escolas têm que dar a cara amanhã e dizer algo aos colegas

Anónimo disse...

Eu quero ir a 15. Permitam-me não marchar lado a lado com os burocratas sindicais e só levar como bandeira a minha consciência.

mario silva disse...

Meus caros amigos,

A hora é de pragmatismo. Enquanto não se alterar o edificio constitucional e juridico, para o bem e para o mal, os sindicatos são os únicos representantes reconhecidos oficialmente para negociar com o governo. Infelizmente é o que temos. Que adianta uma grande adesão no dia 15 se depois são os sindicatos que são ouvidos e não os movimentos independentes? É Justo? Talvez não, mas ainda não há alternativa.
Mas neste momento, se querem mudar algo, temos de seguir o conselho de Deng Xiao Ping: “Não importa que o gato seja preto ou branco, desde que cace os ratos”…

francisco (aveiro) disse...

POR FAVOR, ABRAM OS OLHOS.

É IMPERIOSO que os professores promovam uma GIGANTESCA manifestação.

Tenho a certeza que todos unidos faremos a MAIOR MANIFESTAÇÃO de sempre - 140.000 na rua.

Isso sente-se nas escolas, só não vê quem não quer.

Deixem-se de guerrinhas, esta luta é contra a Branca de Neve e os seus anões.

Anónimo disse...

Na minha escola só há inscrições (e muitas) para o dia 15.

Ricardo Silva disse...

Colegas

Tal como está expresso neste post, a reunião decorreu num clima de abertura e franqueza, e tudo está a ser tentado para que se chegue a um acordo, relativamente a uma declaração comum e a um possível entendimento quanto às manifestações. Estive presente na reunião e, neste momento, só vos posso pedir um pouco mais de paciência pois o que está em causa é demasiado importante para que se possa agir com precipitação e falta de sentido de responsabilidade! Se o diálogo existe, se há aspectos para clarificar e acordar, temos de dar mais algum tempo para que se possa chegar a conclusões finais. Muito em breve serão anunciadas!

Abraço

Ricardo Silva
(membro da direcção da APEDE

Anónimo disse...

Os professores estão a ser prejudicados pela subserviência dos sindicatos ao PCP e ao PS... ainda ao oportunismo do BLOCO DE ESQUERDA... não queremos LOUÇAnismo...diz não à partidarização do nosso movimento!! Para os professores ter amigos como estes, ficam sem precisar de inimigos. O problema não é vote à esquerda ou à direita. O Problema é que não vote em oportunistas que sobem a terreiro sempre que lhes cheira votos. Populismo. Queremos o Movimento de professores sem partidos!!

Anónimo disse...

Os professores estão a ser prejudicados pela subserviência dos sindicatos ao PCP e ao PS... ainda ao oportunismo do BLOCO DE ESQUERDA... não queremos LOUÇAnismo...diz não à partidarização do nosso movimento!! Para os professores ter amigos como estes, ficam sem precisar de inimigos. O problema não é vote à esquerda ou à direita. O Problema é que não vote em oportunistas que sobem a terreiro sempre que lhes cheira votos. Populismo. Queremos o Movimento de professores sem partidos!!

Anónimo disse...

Às vezes penso que há quem se porte como os putos que tentam ver quem mija mais longe. A única coisa que importa é a UNIDADE dos professores contra esta insanidade dos "eduqueses" que alastra dia a dia.

Fernando disse...

Lamento, caros colegas, que não percebam que quem vai estar NA manifestação, não está pelo sindicato nem pelos movimentos! Está pelos país, pelos alunos e pelos professores. Está contra as medidas inacreditáveis que a tutela vem adoptando que inviabilizam o futuro de todos nós. Quem está pelos sindicatos ou pelos movimentos (contra os sindicatos) mais vale ficar em casa!
Na minha opinião, uma só manifestação terá mais gente que a soma das duas, e o impacto será exponencialmente maior! Há que pensar antes de reagir!
Poucos estarão de acordo com TODOS os itens de um qualquer comunicado. Mas todos temos que estar contra a razão base de todo este mal-estar, e é por isso que temos que ir todos juntos! O resto..., o resto são politiquices, oportunismos, exibicionismos, cristas e vaidades, prós e contras mesquinhos, mas que temos que ignorar para que não se perca o essencial.
Por favor, pensem nisto!!

CarlosF disse...

Sou professor há 25 anos e pertenci a um sindicato de professores durante cerca de 16 anos. "Dessindicalizei-me" há poucos dias pois concordo que a luta é política já não é pelos professores deste país é para resolver questões de agenda e outros...
Contudo, este não é o momento de dividir... este é o momento de nos unirmos... quer seja a 8, a 15, a 22 ou a 29, só pode haver uma única manifestação! Se não houver acordo, então a política rasca e barata que já invadiu os sindicatos, também poderá estar minando estes movimentos... Cuidado!

Rui Baptista disse...

Não dá para ver que o que está a fazer tremer as colunas do templo da 5 de Outubro não são as manifestações de rua, mas a resitência corajosa das escolas a esta forma de avaliação? Se durante a II Guerra Mundial os franceses da Resistência tivesssem vindo para a rua ter-lhes ia acontecido o que se passou na Primavera de Praga. Seriam, pura e simplesmente, chacinados pela força bruta dos tanques.

Uma manifestação conjunta será uma traição aos que acreditaram que os professores lutam não apenas por questões sindicais. Há uma força mais forte que os move: a sua dignidade pessoal e profissional. Para além disso, uma manifestação conjunta serviria os desígnios megalómanos da Fenprof em querer chamar a si uma representividade do tipo unicidade sindical com os sindicatos da Plataforma em órbita do sol da terra.

Estava para participar, pela primeira vez, numa manifestação, se ela fosse a 15 de Novembro e com os objectivos iniciais. Assim, se forem alterados o programa e os objectivos iniciais, não vou. É uma forma de protesto, em nome de uma atitude que não transige com políticas de cata-ventos.

Jorge disse...

Nada está a tremer na 5 de Outubro e nada vai tremer se não estivermos unidos. Já basta não estarem todas as escolas a suspender o processo de avaliação. Já basta muitos executivos estarem ao lado deste ministério. Já basta muitos terem, infelizmente, medo de assumir posição.
O que me choca é que mesmo quando vêm os movimentos falar em entendimento e abertura (porque pelos vistos assim decorreu a reunião), haja quem ainda assim considere que o melhor é achincalhar os sindicatos. E questões sindicais são as de todos nós, não são as dos sindicalizados ou das suas estruturas dirigentes.
Eu sempre fui às manifestações e irei a esta também. Até irei às duas se necessário for, ainda que considere que é um erro craso. Claro que eu vivo em Lisboa, por isso para mim é fácil fazer esta afirmação.
Cada vez mais me parece (perante recusas em aceitar uma data comum) é que o que move muitos é apenas o ódio aos sindicatos e se assim é está na altura de reverem as vossas prioridades. Eu estou contra o ECD, contra o Estatuto do aluno, contra a divisão da carreira, contra este modelo de aulas de substituição, contra o aumento da idade da reforma e contra esta ridícula avaliação.
Acham mesmo que estas questões não são bem mais importantes? E nesta luta não deve haver qualquer desunião.

Anónimo disse...

Qual é a posição da APEDE? Vai fazer como a Promova, que já cedeu perante a chantagem da FENPROF? Ou vai apelar a que os professores vão também à manifestação inicialmente convocada e intrasigentemente contra esta política anti-professores, como faz o MUP?

Anónimo disse...

Realmente cada vez tenho mais a certeza que os professores só têm aquilo que merecem... A ministra sabia desde o inicio do mandato com que classe se estava a meter... Uma classe desunida, com cada um a olhar para o seu umbigo e só não "abafam" o colega do lado se não puderem... E continuam a querer apostar na desunião, como se fosse assim, que se vai conseguir alcançar alguma coisa... Continuem assim, a Srª Ministra agradece...

Anónimo disse...

Deixem-se de orgulhos parvos! O Jorge tem razão.Divididos não vamos a lado nenhum! Eu vivo muito longe de Lisboa e tenho ido a todas as manifestações e a esta então é que não vou faltar mesmo!!!

Anónimo disse...

Até Outubro, a ministra esteve descansada. Tinha feito o acordo com os sindicatos, estes estavam na tal comissão paritária e, lá para o 2º período (eles mesmo o escreveram, não estou a inventar) iam apresentar um projecto alternativo de avaliação. Entretanto, os professores iam entrar na rotina pidesca das aulas assistidas e conformar-se com a sua sorte. A surpresa foi a manifestação de 15 de Novembro, que comprometeu o entendimento, o arranjinho. Por isso, há que mantê-la, para não ir de encontro aos desejos do governo socialista.

Anónimo disse...

Por este tipo de atitudes é que continuaremos a ser maltratados, pois não conseguimos lutar na mesma frente. Será que não percebem que Não ganhamos nada com divisões????

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