quarta-feira, 29 de julho de 2009

ENCONTRO COM SANTANA CASTILHO


Ontem, num restaurante de vista aprazível, decorreu um encontro muito frutuoso e estimulante entre vários membros de movimentos de professores (da APEDE, do MUP e do PROmova) e Santana Castilho, um homem que dispensa apresentações: trata-se de um aliado notável do difícil combate que os professores foram travando ao longo destes últimos anos lectivos. Sem tergiversar, com um discurso límpido, certeiro e contundente, Santana Castilho foi, desde a primeira hora, uma voz altamente crítica das políticas desta equipa ministerial, mantendo sempre a coerência e a verticalidade ao longo destes anos nas suas crónicas semanais do «Público».

Quando, nos órgãos de comunicação, vários optaram pelo silêncio prudente, comodista ou cúmplice, e quando muitos outros escolheram a via do seguidismo em relação à ofensiva que o governo de Sócrates desferiu sobre as escolas e sobre os professores deste país, Santana Castilho fez ouvir a sua voz, autorizada e desassombrada, demolindo semanalmente, de forma implacável, todos os erros, todos os disparates e todas as aberrações que brotaram do lamentável triunvirato da 5 de Outubro.

A conversa entre os membros dos movimentos e Santana Castilho prolongou-se por muitas horas, incentivada pela informalidade e pela cumplicidade de quem converge em torno das questões essenciais do sistema de ensino em Portugal.

À despedida, reforçámos a nossa convicção de que, com três ou quatro Santanas Castilhos no Ministério da Educação, poderia, finalmente, iniciar-se a enorme barrela de que esse organismo necessita desesperadamente.

Para outras impressões sobre este encontro, ver aqui.

3 comentários:

Ramiro Marques disse...

Não fui porque estava em Espanha. Regressei apenas hoje. Mas gostaria de ter ido. Abraço.

Ricardo Silva disse...

Ramiro,

Como sabes, tinhas previsto a tua chegada apenas para 1 de Agosto, data que já não seria possível para muitos de nós. Foi realmente pena que não tivesses podido estar fisicamente presente, mas sabes bem que fazes parte deste grupo. Outras ocasiões surgirão para um novo encontro. Esta luta vai continuar e vai precisar de todos nós!

Abraço

Anónimo disse...

É curioso que, numa profissão maioritariamente feminina, raramente (senão nunca) apareçam mulheres a liderar ou a dar a cara por estes movimentos e, até, pelos sindicatos! Alguém terá uma resposta?

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